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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Acção em Miami (Miami Vice) II/III

 

Ano: 1984

Canal: NBC

Temporadas: 5 temporadas (28 Setembro 1984 a 25 Janeiro de 1990)
Transmissão em Portugal: RTP, sendo agora retransmitida pelo FX

 

Na pesquisa que fiz para vos dar informação sobre 'Miami Vice', descobri um site brasileiro que faz uma descrição simplesmente fantástica: 'A tensão que emana das ruas e das suas figuras torna o ar irrespirável. A diferença entre criminosos e policiais é tênue, todos blefam compulsivamente sob cores pastéis, náuticos prédios art déco e envolventes luzes exageradamente coloridas da vida noturna. Ninguém é mais forte que esse jogo e poucos escapam desse vício, o verdadeiro protagonista do seriado, como seu nome já sugere. Alguns dos diálogos mais importantes não são falados: estão no rock instrumental de Jan Hammer e Tim Truman, bem como nas letras das músicas que dialogam com a narrativa, de Hoagy Carmichael a U2, de Bob Marley a Peter Gabriel.'

 

Uma das séries de maior influência na cultura dos anos 80 foi sem dúvida esta, 'Miami Vice', drama policial criado por Anthony Yerkovich em 1984 sobre a luta contra a corrupção, os cartéis e o tráfico de drogas na Flórida. Por trás do visual inovador presente no vestuário, na música instrumental e nas máquinas potentes pilotadas pelos poderosos de Miami estava o verdadeiro responsável pelo sucesso da nova série, o produtor Michael Mann.

'Miami Vice' girava em torno de dois polícias, James 'Sonny' Crockett (Don Johnson) e Ricardo 'Rico' Tubbs (Philip Michael Thomas), que viviam uma autêntica farsa. Apesar de mal terem dinheiro para uma conta no banco, a 'fauna local' conhecia-os como Burnett e Cooper, dois “negociantes” de lucros duvidosos, que desfrutavam de barcos à vela e de corrida, indo a festas em carros Ferrari e usando roupas de marca como Versaci, Cerruti, Uomo, Hugo Boss e relógios Ebel ou Rolex.

Claro, nada verdadeiramente deles...

Para reforçar a vida dupla, o escritório Gold Cost Shipping Co. era a fachada do departamento de polícia em que trabalhavam e nem na lista telefónica os seus verdadeiros sobrenomes apareciam.

 

 AS PERSONAGENS


'Crockett' tinha sido uma estrela de futebol americano na Universidade de Florida Gators e era conhecido por conseguir correr 90 jardas em 6 segundos. Depois de deixar o futebol, foi convocado pelo exército norte-americano, onde serviu no sudoeste da Ásia, e em 1984 tornou-se detective policial na Unidade Vice, em Miami.

A sua vida pessoal não ia muito bem. 'Crocket' vivia um processo de divórcio complicado  Sonny e Caroline tentaram, mas a vida turbulenta do marido era para ela uma tortura e para o filho do casal, Billy, não era exactamente uma boa influência. Após rompimentos e reconciliações, no quarto episódio, "Calderone's Return", o divórcio é finalmente decidido.  Na quarta temporada, 'Crocket' volta a casar-se, desta feita com 'Caitlin Davies' (Shenna Easton), mas no final desta, ela foi assassinada por um inimigo de 'Crocket'.

'Tubbs' era polícia em Nova Iorque e foi para Miami para vingar a morte do seu irmão. Ele foi à procura, coincidentemente, do mesmo traficante colombiano que Crockett investigava, Calderone. No episódio-piloto, ele associa-se temporariamente a 'Crocket', mas depois acaba por integrar a mesma unidade e acabam por se tornar parceiros. Ele era, na maior parte do tempo, uma pessoa tranquila e desembaraçada. Porém, existia escondida uma determinação irracionalmente inflexível...

No sexto episódio surgiu o último personagem regular de 'Miami Vice', o tenente 'Martin Castillo' (Edward James Olmos), substituto do tenetent Lou Rodriguez (Gregory Sierra), morto dois episódios antes. O actor já tinha sido insistentemente convidado para entrar no elenco por Michael Mann, mas somente após a excepcional concessão de direitos de participação criativa no personagem e de liberdade de envolvimento com outros projectos, ele finalmente aceitou o papel... Mann tinha mais uma vez acertado: quem conhece Miami Vice sabe que esta personagem era tão importante quanto a dupla principal, justamente pelo contraponto que representava em relação a ela. A personagem nunca foi revelada por completo e muito lentamente se torna claro o quanto as suas capacidades de investigação, supervisão e eventual acção são inesgotáveis. De origem cubana, 'Castillo' tinha uma personalidade fria, distante e estritamente profissional, possivelmente herança da sua estada no Sudeste da Ásia, quando trabalhava para a DEA... Em apenas um momento dos 111 episódios de 'Miami Vice', vê-se Castillo perder o controle ("Golden Triangle - part II")... A sua disciplina era plena e nele estava ausente qualquer tipo de exaltação ou abuso de força, não importando a situação. A sua voz era débil e contida e a sua mente parecia não ter deixado o pensamento, os costumes e as habilidades orientais. A sua roupa era um simples terno escuro, camisa branca e uma gravata fina, em contraste com as roupas de 'Crocket' e 'Tubs' por exemplo.

A equipa de 'Vice' tinha ainda quatro outros personagens: Stan Switek (Michael Talbott), Larry Zito (John Diehl), Gina Calabrese (Saundra Santiago) e Trudy Joplin (Olivia Brown). Como a série frequentemente abrangia não só as drogas mas também a prostituição e o tráfico de armas, em muitos episódios as belas 'Gina' e 'Trudy' passavam-se por prostitutas de rua ou acomapnhantes de luxo. Pelo menos num momento, as consequências foram literais: no episódio 10 ("Give a Little, Take a Little"), 'Gina' foi obrigada a cumprir aquilo que o seu cliente queria para que a sua identidade não fosse descoberta e a sua própria vida posta em risco.

'Switek' e 'Zito' eram dois polícias um tanto ou quanto imaturos, que comumente passavam por situações cómicas, aprimorando-se ao longo da série. Frequentemente monitoravam os suspeitos e as suas rotinas diárias através de telefones grampeados e outros aparatos, num furgão GMC. O seu enfoque cómico diminuiu na segunda temporada e desapareceu na terceira. Nesta última, em "Down for the Count" (episódio 56), 'Zito' é assassinado.

Claro, não nos podíamos esquecer do jacaré 'Elvis', ex-mascote da Universidade da Flórida que divide o barco à vela 'St. Vitus' Dance', um Endeavor 42 com o seu dono.

 

imagens retiradas da net

 

publicado por dina às 21:27

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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Acção em Miami (Miami Vice) I/III

Esta é a próxima série de que vamos falar aqui no blog. Recordam-se? Estávamos em meados da década de 80 quando surge uma série inovadora e... Bem, o texto vem no próximo post que estamos a preparar.

Por agora, fica aqui um cheirinho com estes vídeos e para quem quiser recordar, a série está a ser retransmitida pela FX, onde estreou por estes dias a sua terceira de cinco temporadas.

 

 

 

publicado por dina às 16:03

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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Recordando - Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna III/III

Este é o último post sobre esta série e guardamos o melhor para o fim. He, he!

Então, comecemos pelas curiosidades, que são algumas:
- no episódio piloto o tenente "Faceman" foi interpretado por Tim Dunigan, mas foi logo substituído por Dirk Benedict. A razão para esta substituição ainda é hoje muito contraditória. Alguns diziam que era por ele ser muito alto, outros falavam que era porque parecia jovem demais para o papel... Portanto, Benedict só entrou na série no segundo episódio;

- vários actores conhecidos fizeram participações na série como Tia Carrere, Dennis Franz (NYPD BLue), Dean Stockwell, Dennis Haysbert, Hulk Hogan, William Perry, Rick James, Sid Haig, inclusive os cantores Boy George e Issac Hayes, entre outros.

- o seriado foi filmado durante 5 anos, onde foram gravados 98 episódios. Acabou em 1987 devido a gradativa queda de audiência;

- Mr. T, o B. A., teve uma infância pobre num subúrbio e praticava musculação com os seus irmãos para que ficasse "grande" e pudesse ser respeitado no bairro, intimidando a prática da violência. Foi lutador de Luta Livre e actuou no filme Rocky III, ao lado de Silvester Stallone. Mr. T também praticou futebol americano na faculdade (de onde foi expulso no primeiro ano), desporto que praticou na Alemanha Oriental (ainda era naquela altura), no 4º episódio da quinta temporada, para salvar um cientista;

- o Furgão do Esquadrão Classe A, uma Van GMC de cores preta e prata com a sua característica faixa vermelha e as suas rodas pintadas de vermelho, tornou-se um ícone da cultura pop dos anos 80, sendo reproduzida por muitos aficionados. Durante as gravações dos episódios foram utilizados 6 furgões no total, sendo que um deles está exposto no Museu de Carros de Estrelas, na cidade de Keswick, no norte da Inglaterra;

- a personagem Amy Amanda, uma repórter que se une à equipa no episódio piloto, foi retirada após a metade da segunda temporada devido a atritos entre a actriz Melinda Culea e a equipa de produção;

- O Esquadrão Classe A teve uma série de quadradinhos produzida pela Marvel Comics, editora do Homem-Aranha, O incrível Hulk e X-men;

- a série era um reflexo da Era Reagan e o seu criador, Stephen J. Cannell, uniu metralhadoras, violência de cartoons e o entusiasmo militar, tendências presentes nos E.U.A dos anos 80. As suas cenas eram violentas, mas sem mortes o que fez o produto adequado para o formato televisivo;

- a quinta temporada (a última) teve os argumentos e modificações que menos agradaram os fãs. A série mostrava já na quarta temporada um esgotamento das ideias iniciais, mostrava-se repetitiva e pesada. Diante disto, os directores da série decidiram para a quinta temporada dar um toque mais realista. Então a partir daqui a série tornou-se mais séria, mais centrada nas suas acções, deixando de lado a parte cómica das temporadas anteriores e tornando-se também mais dramática;

- aparece ainda um quinto membro no grupo, Frankie Santana, que foi aceite pelo público;

- também colocaram uma marcha militar na introdução da série, substituindo por uma versão mais moderna e a introdução narrada " em 1972 os melhores......" foi eliminada, pois achava-se que agora estas palavras já não tinham mais sentido. Apesar de toda essa nova sintonia, a introdução do general não agradou as fãs;

- em Portugal nos anos 80 a série foi transmitida na RTP 1 com o nome 'Soldados da Fortuna' (aqui fica finalmente a explicação para os títulos dos posts) na sua locução original e legendada. Nos anos 90 foi popularizada pela TVI com a dobragem brasileira com o nome Esquadrão Classe A e a partir daí ficou conhecida como tal, mesmo sendo transmitida depois pela SIC Radical na sua locução original e legendada;

- Foi lançada em DVD, sendo a 1ª temporada lançada em Março de 2005, e a 2ª temporada em Janeiro de 2006. Não sei se já foram lançadas mais alguma.


Chegámos à parte das novidades: sabiam que se prevê um filme sobre a história desta série para o próximo ano?
Depois de tantas insistências e desistências (a 1ª desistência que se tem conhecimento foi aquando a morte do actor Shepard, o 'Hannibal' Smith), surge agora esta notícia. Em Maio tinham anunciado a possibilidade com a interpretação de Bruce Willis como líder, mas avançam muitos outros nomes sem ainda nada de concreto. O certo apenas é que os direitos da série foram comprados pela 20th Century Fox (antes pertencia à Universal) e o roteirista será Kevin Brodbin e o realizador John Singleton, com o lançamento do projecto previsto para Junho de 2009.

publicado por dina às 12:56

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Recordando - Esquadrão Classe A ou Soldados da Foturna II/III

Regressamos com mais um texto sobre esta série dos anos 80: Esquadrão Classe A, para falarmos um pouco sobre as suas personagens.

O grupo era formado por quatro elementos: o coronel John "Hannibal" Smith (George Peppard), o líder do grupo; o tenente "Faceman" Peck (Dirk Benedict), considerado o artista do grupo e também aquele que se dava melhor com as mulheres; o capitão H.M. "Louco Furioso" Murdock (Dwight Schultz) exímio piloto, mas um lunático inveterado, que a cada missão tinha de ser resgatado de um sanatório pelo grupo e o sargento Bosco Alberto "B.A." (abreviatura de bad attitude ou seja mau comportamento) Baracus (Mr. T.), um perito em mecânica.

Além destes, fizeram ainda parte d grupo Amy Amanda Allen "Triplo A", interpretada por Melinda Culea, na primeira e segunda temporada, uma repórter que se uniu ao esquadrão no episódio piloto. Com a sua saída surge uma outra personagem: Tawnia Baker, interpretada por Marla Heasly na segunda e terceira temporada da série. Também fazia parte da atracção um furgão negro e cinza da General Motors que era dirigido pelo sargento B.A. (que impreterivelmente toda a gente conhece e que voltou a aparecer numa publicidade a um chocolate…).

JONH 'HANNIBAL' SMITH - aparecia quase sempre a fumar o seu charuto (parecia como uma marca). Era figurante, que fazia 'bicos' e pequenas aparições, sempre disfarçado de monstros ou velhinhas. O seu papel no grupo é passar-se por outras pessoas com os seus disfarces realísticos, além de elaborar os planos mirabolantes, que acabavam sempre dando certo de uma maneira ou de outra. Geralmente concluía as missões com sua imortal frase "adoro quando um plano dá certo".


'HOWLING MAD' MURDOCK -era o maluco lá do sítio. Passava a vida internado no hospital psiquiátrico de veteranos de guerra e em diversas alturas deixava todos intrigados sobre se ele era realmente louco. Todas as vezes consegue fugir do hospício para realizar as missões, voltando para lá no final. As suas habilidades no grupo são pilotar helicópteros e aviões, além de irritar o sargento B.A. Baracus com o seu cão imaginário.

TEMPLETON 'FACEMAN' PECK (ou simplesmente "Face") - era o responsável por conseguir os recursos para cada missão, como carros, passagens aéreas, hotéis, equipamentos, informações e tudo o que fosse necessário. Conseguia tudo o que precisava utilizando a sua conversa fiada ou o seu charme com as mulheres. Geralmente a sua história era de que era um produtor de Hollywood e de que tudo o que estava a comprar, a alugar ou a pedir emprestado era para figurar na gravação de um filme.

B. A. BARACUS - era o piloto do furgão, o mecânico, o especialista em construir engenhocas e o grandão que se envolvia nas lutas físicas. Tem um carisma muito forte com as crianças, a quem protege e orienta. Morre de medo de voar e precisa ser dopado pelos amigos para entrar num avião ou helicóptero, principalmente se estes forem pilotados pelo maluco do Murdock, a quem geralmente tem um desejo explícito de agredir (eram das cenas mais divertidas da série). Adora leite.

Por fim, temos a jornalista.
AMY ALLEN - era uma jornalista que se juntou ao grupo no primeiro episódio, após a missão de resgate de um de seus colegas no México. A especialidade dela era providenciar as pesquisas necessárias para que as missões pudessem começar, além de ser a responsável por uma rede de contatos que garantia que nada faltasse ao Esquadrão Classe A.

Esperem pelo novo e último post, onde vos contarei algumas curiosidades e ainda novidades para os mais desatentos.
publicado por dina às 12:27

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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Recordando - Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna I/III

Quem é que não se lembra deste adorável grupo de fugitivos que praticava o bem?

A série começava com a seguinte narração:

 

"Em 1972 uma unidade especial das forças armadas foi condenada no tribunal militar por um crime que não cometeu. Esses soldados logo conseguiram escapar da prisão de segurança máxima, estabelecendo-se clandestinamente em Los Angeles. Hoje, procurados pelo governo, eles sobrevivem como soldados da fortuna. Se tiver um problema, se mais ninguém o puder ajudar e, se os conseguir contactar, então talvez possa contratar o ESQUADRÃO CLASSE A".



Sinopse: A-Team (Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna) era uma série de acção e aventuras apresentada nos Estados Unidos pelo canal NBC, entre 1983 e 1987. O nome do grupo era na verdade a abreviatura para "Alpha-Team" (Equipa Alpha).

 

Tudo começou quando o coronel John "Hannibal" Smith e o seu esquadrão, após servirem na Guerra do Vietname, são presos por assaltar o Banco Central daquele país. Apesar de inocentes, pois tinham seguido ordens superiores, são julgados e enviados para uma prisão nos Estados Unidos. Sem conseguir provar a sua inocência e perseguidos pelo exército, eles conseguem fugir e formam assim o Esquadrão Classe A, uma tropa de mercenários, que passa a alugar os seus serviços de protecção a quem necessitar.

 

Os episódios quase sempre iniciavam quando o esquadrão era contratado por um cliente, para realizar tarefas difíceis e de perigo como resgate, enfrentar gangues ou coisas do género. O humor ficava por conta de B.A. que tinha pavor de andar de avião ou quando Murdock era resgatado de algum hospital (recordaremos as personagens num futuro post). Quando eles eram capturados ou surgiam as forças armadas americanas, eles geralmente conseguiam escapar usando explosivos ou mostrando um excelente trabalho de equipa.

 

Nas missões, geralmente quem contratava o Esquadrão tinha o primeiro contacto com um velhinho (Hannibal disfarçado) numa lavandaria de Los Angeles, que marcava o encontro com o restante do grupo, onde a missão era apresentada.

 

Daí em diante, eles apagavam o B. A. para voarem, provocavam os adversários, colocavam escutas, construíam veículos e equipamentos extraordinários, disfarçavam-se e envolviam-se em grandes confusões. E tudo isso fugindo das perseguições comandadas pelos coronéis Lynch e Decker.

 

O crime que eles não cometeram
A história do assalto ao banco vai aparecendo aos poucos ao longo dos episódios.
Já no final da guerra do Vietname, o Esquadrão recebe do Coronel Morrison a missão de assaltar o banco de Hanói, com a esperança de ajudar a guerra a chegar ao fim.
Ao voltarem 4 dias depois do fim da guerra para a base, encontram o quartel general queimado e o Coronel Morrison e todos os oficiais assassinados por VietCongs.
Como não haviam provas de que eles estavam cumprindo ordens militares, o exército manda-os para a prisão de Fort Bragg.
publicado por dina às 10:42

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